PCC GARANTE PRIMEIRO TURNO

“Se eu for eleito prometo reduzir o trânsito, retirarei os camelôs das ruas, a carga horária de trabalho será reduzida sem que o saldo no final de cada mês diminua! Apenas não terão este benefício os policiais, caros amigos! Estes trabalharão dobrado, zelando pela segurança de uma nação inteira, que é a função à qual são destinados! Prometo mobilizar o maior número possível de pessoas, potencializando o poder da fé entre elas, famílias não mais ficarão desunidas, crianças serão retiradas das ruas e adolescentes não passarão a noite fora de suas casas! Enquanto estiver no comando, farei com que autoridades, oposições e o próprio povo se unam em um só objetivo. Os marginais, que se encontram presos, terão os mesmos direitos de criminosos menos perigosos, e mais prevalecidos pela vida, podendo também ter celas especiais, munidas de conforto e regalias! Prometo que a imprensa perderá sua “hipócrita imparcialidade”, fazendo com que a notícia corra conforme deve ser, e não como lhes convém!
Que seja feita a justiça!”.
A que ponto chegamos...
Só mesmo o PCC para conseguir fazer tanta coisa pelo Brasil em tão pouco tempo. Em pleno ano de eleições, seria bem provável que com um discurso um tanto quanto verdadeiro como esse, diga-se de passagem, o Primeiro Comando da Capital, ganharia em disparada de qualquer concorrente.
Isso acontece porque eles são organizados, sabem se colocar em seus devidos lugares, trabalham em equipe e sabem impor respeito entre si e entre os demais. Eles têm seus ideais, não se deixam levar por qualquer “trocadinho” e, o mais importante, têm garra para lutar até o fim.
Será preciso tocar tão fundo na ferida para percebermos que algo errado está acontecendo?
Se o restante da população – os que não fazem parte do PCC – formasse uma nova facção, partindo do mesmo princípio, mas com intenção de fazer o bem, será que tudo não seria melhor?
Viramos motivo de piada, companheiro, e a maioria parece não se aborrecer com isso.
Precisamos de alguém que nos represente de forma digna, incansável e com capacidade para acabar de vez com tamanha barbaridade.
Ora, se de dentro da prisão, o PCC consegue mudar a rotina de alguns Estados e contrariar a do restante, imaginem o que fariam pelo país se chegassem ao Congresso!!
Afinal, bandido por bandido, por que não ficar com aquele que reconhece o que é, sabe o que faz e não tem medo das conseqüências certamente sofridas?
por JULIANA NUNES
Que seja feita a justiça!”.
A que ponto chegamos...
Só mesmo o PCC para conseguir fazer tanta coisa pelo Brasil em tão pouco tempo. Em pleno ano de eleições, seria bem provável que com um discurso um tanto quanto verdadeiro como esse, diga-se de passagem, o Primeiro Comando da Capital, ganharia em disparada de qualquer concorrente.
Isso acontece porque eles são organizados, sabem se colocar em seus devidos lugares, trabalham em equipe e sabem impor respeito entre si e entre os demais. Eles têm seus ideais, não se deixam levar por qualquer “trocadinho” e, o mais importante, têm garra para lutar até o fim.
Será preciso tocar tão fundo na ferida para percebermos que algo errado está acontecendo?
Se o restante da população – os que não fazem parte do PCC – formasse uma nova facção, partindo do mesmo princípio, mas com intenção de fazer o bem, será que tudo não seria melhor?
Viramos motivo de piada, companheiro, e a maioria parece não se aborrecer com isso.
Precisamos de alguém que nos represente de forma digna, incansável e com capacidade para acabar de vez com tamanha barbaridade.
Ora, se de dentro da prisão, o PCC consegue mudar a rotina de alguns Estados e contrariar a do restante, imaginem o que fariam pelo país se chegassem ao Congresso!!
Afinal, bandido por bandido, por que não ficar com aquele que reconhece o que é, sabe o que faz e não tem medo das conseqüências certamente sofridas?
por JULIANA NUNES

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